27 março, 2017

Já leu o Tornado? Não? Espera o quê?

 

Lá, no Tornado, eu escrevo sobre os sucedâneos da Guidinha... e trago comigo José Gomes Ferreira, numa homenagem ao "pai" dela... 
Não leu? Espera o quê?

26 março, 2017

Na net, um amigo aparece e desaparece com a mesma emoção que causa uma bola de sabão. Só que o google fica baralhado



Sou mau faissebuqueano e essa displicência perante as redes sociais traça-me um perfil que o google custa a engolir. Outra coisa que dribla os mais sofisticados algoritmos e filtros é que eu considero todo mundo como sendo do meu "interesse" e isso confunde o algoritmo. O google desconhece a palavra "interessante", para o filtro o que conta é a palavra "amigo". 
Talvez por isso, quando entro, quase nunca cumprimento  e quando saio, nunca me despeço. 
Se aqui no blogger acham que tenho 400 amigos, esqueçam. O que tenho é a seguir-me 400 pessoas interessantes. 
Se no faissebuque tenho 998 amigos, esqueçam. O que tenho é essa imensa massa de gente que um dia resolveu bater-me à porta e eu abria-a. Depois não fui a casa deles e isso baralhou o algoritmo.

Contudo, sou amigo do meu amigo, mas o google não tem nada a ver com isso... 

NOTA IMPORTANTE: Pode encontrar legendas em português, procurando no canto inferior direito...

24 março, 2017

Falando de atributos de que antes nunca falara... quase não sobrou nada!


Lá em casa, para evitar a violência doméstica (ela é uma fera), deixei aprontada uma lasanha e fui, a correr, preparar outro prato, num outro lado onde tinha a cargo tarefas diversas, para além das de preparo de vasto repasto...
Uma tachada, da qual não sobrou quase nada.
Melhor que eu só um conhecido (e divertido) cozinheiro...

21 março, 2017

O meu armário, ao longo do tempo nunca teve esqueletos dentro

As Portas do Armário, Porfírio Pires,Óleo sobre tela
O Meu Armário

O meu armário
não é nem alto
nem largo
nem fundo
mas onde me vai cabendo tudo

Lá, fui guardando
cidades, aldeias, vilas
e todos os lugares por onde fui passando

Dentro do meu armário correm os rios
da minha infância
Dentro do meu armário
fui guardando afectos, angustias e medos
à medida que fui crescendo

O meu armário tem gente dentro
Muita gente, mesmo
Nos dias mais cinzentos
ou no decurso das lutas que vou travando
abro-lhe as portas de par em par
e tiro de lá uma espada, ou um pássaro
ou um sol
ou um grito
ou um sorriso
O meu armário, ao longo do tempo
nunca teve esqueletos dentro
Rogério Pereira